Você acredita que Deus tem um plano pra todos, inclusive pra você? Saiba que, mesmo com os nossos erros, ou com os erros de outras pessoas, a vida passa num piscar de olhos... e, quando vemos, o tempo já passou! Por isso, é importante entender que ficar perto das pessoas que amamos, curtindo os momentos bons que a vida nos proporciona, é de grande importância. Em vários ciclos de aprendizado e ensinamentos, a vida vai nos encaminhando com grandes momentos até o fim das nossas vidas. Deixar de viver, independentemente do amor que podemos ter pelo que trabalhamos ou pelo que fazemos, nos faz, por muitas vezes, deixar passar tudo o que a vida pode proporcionar. Menosprezar as pessoas que nos amam é um erro que pode ser fatal e que jamais poderá ser corrigido. Rancor e mágoa são sentimentos mesquinhos e que devem ser descartados de vez das nossas vidas mas nem todas as pessoas pensam assim. Por isso, a história que vai ser contada aqui é de grande aprendizado para todos, mesmo que nem todos entendam essa mensagem repassada!
Atenção!
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Contexto
Ana Cláudia é uma jovem advogada de 27 anos e filha caçula de três irmãos. Lucas era seu irmão mais velho, e Marcos, seu irmão mais novo! Desde pequena, Ana aprendeu que, pra ela conseguir algo a mais do que seus pais poderiam lhe dar, teria que trabalhar. Ela percebeu que, através dos estudos, poderia ter seu futuro garantido e assegurado. Albany, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, foi a cidade onde Ana nasceu e cresceu. Desde o tempo de escola, Ana sempre foi focada e aplicada em seus estudos. Em todas as escolas por onde passava, ela era sempre o destaque da turma, pelas notas que tirava. Mas, em compensação, Ana não tinha amigos. Depois que se formou na escola, Ana foi cursar faculdade de Direito e, com 24 anos, já estava formada, especializada em Direito Civil. Sempre com o foco apurado, o desempenho de Ana no trabalho era alto e, logo, ela se tornou destaque no escritório onde trabalhava, pelo alto número de processos resolvidos por ela. Ao longo de sua carreira, Ana começou a ter contato e se apaixonou pelo Direito Penal, passando também a se especializar nessa área.
Com bastante entusiasmo e amor pela sua profissão, Cláudia ( como era conhecida por seus colegas de trabalho e pelos poucos amigos mais íntimos que tinha ) se mostrava uma profissional muito astuta e inteligente. Mas também se mostrava uma pessoa bastante distante, pois seu trabalho sempre veio na frente de tudo e de todos, inclusive de sua família. Ambiciosa e centrada, ela trabalhava duro e passava mais tempo no escritório, resolvendo os problemas de cada caso que seria julgado, do que propriamente em sua casa. Por muitas vezes, Ana passava o fim de semana inteiro trabalhando, sem descansar, ou levava trabalho pra casa, pra poder continuar trabalhando. Mesmo mal tendo tempo pra si mesma, Ana mantinha a aparência impecável. Bonita por si só, ela dizia que a aparência, no seu trabalho, era tudo. Com muita dedicação e esforço, Ana cresceu e virou chefe no escritório onde trabalhava. Apenas Guilherme, que era o dono do escritório de advocacia, ocupava um cargo acima do dela. Carregando ainda mais trabalho e responsabilidade, ela passou a assumir funções administrativas e a ajudar na produção interna do escritório. Ter um relacionamento e constituir uma família nunca tinha sido cogitado por ela, pois, em uma conversa com um colega de trabalho, Ana chegou a afirmar que era uma “perda de tempo” ter uma família!
Sempre pensando em crescer na sua profissão e ser reconhecida como a principal referência na sua área, Ana Cláudia nunca havia tirado férias, nem tão pouco folga, desde que se formou em Direito e começou a trabalhar. Mas, um belo dia, seu chefe obrigou-a a tirar férias de uma semana, com o argumento de que ela precisava viver além de trabalhar mesmo sabendo que o trabalho é importante. Além disso, o foco integral de Ana no trabalho estava, de certa forma, afetando sua produtividade, e uns dias de férias poderiam fazer bem para que ela voltasse com uma produtividade ainda maior!
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(A mudança que veio através da dor)
Com o tempo livre pra fazer o que queria, Ana não sabia o que fazer. Em um dia de céu limpo, Ana passou a andar de um lado para o outro em seu apartamento, no Brooklyn, tentando decidir o que poderia fazer. Em certo momento, pensou em abrir o notebook e se programar, até que uma ideia surgiu em sua mente. Desde que se formou e começou a trabalhar, Ana ainda não tinha visitado os pais em Albany. Então, ela ligou para Carla, sua mãe, e perguntou se poderia fazer uma visita e, com muita alegria, a esperançosa Carla concordou com a ideia! Então Ana arrumou sua mala, foi a um congresso de advogados que estava acontecendo perto de sua casa e, por volta das 14 horas da tarde, entrou no carro e seguiu caminho rumo à casa de seus pais. No caminho para Albany, Ana foi lembrando de como saiu de casa. Começou a se recordar da discussão que teve com os pais. Carla e Richard, os pais de Ana, sempre foram um casal cristão inclusive, os dois se conheceram em uma igreja. Carla sempre dizia à filha que ela deveria ter paciência para conquistar suas coisas, e que Deus abençoaria sua vida. Afinal, Ana era muito esforçada e, além disso, ela é muito inteligente!Sem nenhuma crença na fé dos pais, Ana passou, com o tempo, a acreditar na inexistência de Deus e na incoerência da religião, tanto da mãe quanto do pai mesmo tendo crescido em um lar cristão. A briga, na época, tinha sido feia! E Ana nunca se arrependeu de ter debochado da fé dos pais e de ter dito coisas duras a eles. Ela guardava rancor e mágoa do que foi dito naquela discussão, até aquele dia.
Mas mal sabia a Ana, que a vida dela estava perto de mudar, e seria de forma drástica! Quando faltavam apenas 30 quilômetros pra chegar à cidade onde nasceu, Ana decidiu fazer o retorno e voltar para o Brooklyn! De forma firme, ela resolveu que nunca mais iria procurar os pais. Achou um posto e encheu o tanque de combustível, pois já estava na reserva. Assim que terminou de abastecer, ela fez o retorno no sentido de volta. Porém, assim que Ana fez o retorno, sofreu um grave acidente: bateu de frente com um Ônibus! Sem reação, a Ana Cláudia não teve tempo pra poder frear. Com o impacto, Ana bateu a cabeça no volante e ficou desacordada instantaneamente. Fraturou a coluna e teve as cordas vocais afetadas. Quem passava pelo local, ao ver o estado do carro, já pedia a Deus que confortasse a família, pois achavam que Ana havia morrido!
O socorro, felizmente, não demorou. Conseguiram tirar Ana Cláudia com vida de dentro do carro, mas a situação era crítica e os profissionais acreditavam que ela não resistiria. Na chegada ao hospital, Marta, a enfermeira de plantão, começou a avaliar o estado da paciente ainda desconhecida, pra repassar as informações ao médico cirurgião de plantão naquele dia: que era o Philipe! Ao olhar mais de perto, Marta reconheceu Ana e, como era amiga da família, ligou imediatamente para os pais dela, informando sobre o acidente que havia ocorrido há pouco tempo. Com medo e desespero, a família de Ana se arrumou rapidamente e correu para o hospital onde ela estava, ansiosos por notícias e aflitos para entender o estado da filha e da advogada que agora lutava pela vida!
Experiência de quase morte
(O além da vida)
Na sala de cirurgia, as reações no corpo de Ana começaram a aparecer. Ana passou a ter uma parada cardíaca, e alguns de seus órgãos começaram a falhar. Inclusive, certos órgãos de Ana se moviam de maneira estranha, em um certo momento alguns órgãos dela estavam se contorcendo. Todos que estavam naquela sala de cirurgia, estavam surpresos com a situação caótica, pois o que estava acontecendo ali, mesmo com cirurgiões que tinham bastante experiência era algo que ninguém tinha visto, pelo menos até aquele momento! Por alguns instantes, os batimentos da advogada de sucesso pararam: Ela havia morrido por uns instantes! Mas, de forma inexplicável, as reações adversas cessaram, e os batimentos de Ana voltaram ao normal, logo se estabilizando! Nesse momento, sua alma havia deixado o corpo e se dirigido a outra dimensão, guiada por uma luz e por uma voz que a chamava. Curiosa, Ana seguiu em direção a luz, querendo entender o que era aquela luz e de quem era aquela voz que chamava ela! Segundo o relato da própria Ana anos depois, após seguir essa luz, chegou a um lugar completamente diferente de tudo que já havia experimentado. Era um lugar bom, acolhedor, sem dor, sofrimento, nem pranto. Ana não queria sair dali. Porém, ela sentia que não havia sido chamada pra permanecer ali, mas Ana tinha sido chamada pra absorver algo! Tomando um susto, a Ana encontrou um homem de aparência serena e bela, e ele se apresentou como Cláudio. Ele explicou que Ana havia chegado a um local onde nem todos podiam estar, pois ele disse que aquele lugar, era apenas pras pessoas especiais. O Cláudio passou a falar pra Ana, que aquela experiência serviria para ajudá-la a enxergar com mais clareza a forma como vinha conduzindo sua própria vida! Segundo Cláudio, se as lições fossem bem compreendidas, os erros do passado poderiam ser reparados, e haveria tempo para mudar. Em certo momento, Cláudio desapareceu! Sozinha, Ana se viu dentro de uma casa e logo reconheceu o lugar: Era a casa onde cresceu! Avistou duas crianças: Lucas, o mais velho, e Marcos, o mais novo. Também viu um bebê recém-nascido nos braços de Richard, seu pai, que usava uma camisa social e calça jeans. Ao lado dele, sentada em uma poltrona, estava Carla, sua mãe, bem arrumada e sorridente. O casal irradiava felicidade! Ao redor, havia dois casais mais velhos: João e Ruth, avós maternos de Ana, e Michele e Gustavo, seus avós paternos. A cena se desenrolava em uma sala com lareira acesa, e o amor que se via nas pessoas presentes, pois a felicidade era tão clara que se sentia aqueles sentimentos à distância. Em lágrimas, Ana percebeu que o bebê naquela cena... era ela. E entendeu, com dor no peito, que antes mesmo de nascer, já era profundamente amada por pessoas cuja fé e presença ela havia desprezado! Nesse instante, Cláudio reapareceu ao seu lado e disse: "Está vendo? A sua família te ama antes mesmo de você nascer! Você sempre foi desejada e amada. E, mesmo com os erros que a sua família cometeu e ainda cometem, sempre tentaram fazer de tudo para que você fosse uma criança feliz. Mas você escolheu desprezar isso. O resultado desse desprezo, da sua indiferença e da vergonha de ser feliz com quem te ama, foi a sua solidão."
Logo depois, Cláudio levou Ana a uma nova cena, desta vez diferente. Ele desapareceu novamente, e Ana se viu, mais uma vez, em sua casa. Diante dela, duas imagens: Na primeira, sua mãe, Carla, em prantos, se arrumava para o velório de Ruth, avó materna de Ana. Mesmo de luto, Carla se perguntava como estaria sua filha. Durante o funeral, a família reunida, mesmo em tristeza, trocava palavras de carinho e saudade por Ana. Ruth sentia falta da sua neta tão amada, pois já fazia muitos anos que as duas não se viam. Tomada pela emoção, Ana chorou intensamente. Pôde ver sua avó novamente, pedir perdão, e ser perdoada. Ruth lhe disse que a amava profundamente, e que ela precisava procurar sua família, que ainda sentia a sua falta. Após um último abraço, as duas se despediram. Na segunda cena, Ana se viu num ambiente de solidão. Sua família ainda sentia sua ausência, mas de forma mais distante. Viu seus sobrinhos brincando e, pela primeira vez, imaginou seus próprios filhos brincando com os primos. Então, as imagens mudaram: De forma rápida e intensa, a visão da Ana parou na sua infância na escola. Ana começou a entender por que nunca teve amizades. Sempre muito inteligente, também era arrogante e impaciente com quem não sabia algo. Chegava a ser maldosa! Depois, surgiram imagens das amizades atuais interesseiras, ligadas ao seu sucesso. Se um dia caísse, todas essas amizades e afastariam. No último relance, viu seus colegas de trabalho e seu chefe, que apenas a tolerava porque ela produzia muito. Na verdade, os colegas pediam sua demissão, pois sabiam que a Ana era eficiente, mas criava um ambiente insustentável no trabalho! Apesar da recente promoção, ela estava perto de ser demitida. Assustada, Ana ainda encarava as visões quando Cláudio voltou e disse: "Está vendo como são as coisas? Deus te deu inteligência para ajudar as pessoas. Mas a sua arrogância e prepotência te fizeram se achar melhor que os outros. Você atropelou pessoas, afastou os bons e atraiu os oportunistas. Qual vai ser a sua decisão a partir de agora?"
Em outro momento, Cláudio levou a Ana em um novo lugar, e novamente desapareceu. Ana agora estava em uma rua no Brooklyn. Começou a andar pela calçada, ansiosa para saber o que aconteceria. Até que de repente, ouviu três tiros. Assustada, olhou para o lado e viu um corpo esticado no chão, e na mesma cena, ela viu dois homens correndo! Ao se aproximar, reconheceu o corpo estirado no chão: Era Raquel uma mulher que se tornaria, um dia, sua verdadeira e única amiga! Raquel sempre acreditou que Ana, apesar das atitudes duras, tinha um bom coração. Porém, o amor de Ana pelo trabalho virou obsessão, e a ganância tomou conta dela! Como juíza criminal, Ana ganhou poder. Raquel, agora sua secretária, dividia tarefas com ela no escritório.Certa vez, em um julgamento de grande repercussão, Raquel comentou inocentemente a um jornal que talvez Ana tivesse vínculos com o réu. Ana, em vez de contornar a situação como já fizera no passado, culpou Raquel, que foi demitida e nunca mais conseguiu trabalho na área. Sem emprego nem dinheiro, Raquel foi parar nas ruas. Anos depois, Ana também perdeu tudo: foi demitida, perdeu o cargo de juíza, quase foi presa por corrupção. Morando nas ruas, reencontrou Raquel que, mesmo magoada, a perdoou e dividiu com ela o pouco que tinha. Mas a mágoa de Ana permaneceu! Dominada pela raiva e pelo ódio, Ana pediu pra alguns conhecidos dela, pra matar Raquel em troca de favores. Uma semana depois, Ana morreu por complicações no organismo, por ter ingerido algumas drogas, pra assin fazer o transporte pra um outro país. No aeroporto de Nova York, antes mesmo de passar pela revista! Vendo tudo aquilo, com os olhos arregalados, Ana escutou Cláudio dizer: "Está feliz com o que fez? Matou sua melhor amiga, que te perdoou, mesmo após tudo o que aconteceu!E você, incapaz de perdoar! Seu fim foi esse: Morrer por trocados e favores! Mas hoje, você teve a chance de ter visto o passado, o presente e o futuro. Agora, a escolha é sua. Ainda há amor e a razão dentro de você. Use isso a seu favor!"
A alma de Ana voltou ao seu corpo, instantaneamente após as palavras de Cláudio! Ela viu a enfermeira Marta indo ao seu quarto a cada 10 minutos para verificar os batimentos. Restavam apenas 24 horas para que Ana acordasse de vez, mas o corpo já apresentava sinais de melhoras significativas. A monitoração era constante e a esperança, crescente.
O retorno pra vida
(O verdadeiro milagre)
Depois de cinco dias em coma, Ana acordu com muitas dores e o rosto inchado por causa do acidente! Logo percebe que está sem os movimentos das pernas devido a uma fratura na coluna e sem fala, já que suas cordas vocais também foram afetadas. Ainda assim, ela nota a presença constante dos pais ao seu lado, orando a Deus por sua vida. Até que Carla, sua mãe, se dá conta de que Ana havia despertado e, naquele instante, as duas começam a chorar! Ana queria, com todas as forças, pedir desculpas por ter se afastado da família e pelas palavras duras que dirigiu aos pais. Mas, sem voz, não conseguia expressar o que realmente sentia. Ainda assim, pôde enxergar no semblante deles a felicidade, a alegria e o alívio. Em meio ao clima de comemoração, Richard, seu pai, corre para chamar os irmãos de Ana: ela estava acordada! Em poucos minutos, todos estavam reunidos naquele quarto de hospital, em Albany, tomados pela emoção. E foi nesse momento que o Philipe entrou!
O Philipe, o cirurgião da Ana, soube que Ana havia despertado por meio da enfermeira Marta, que conversava no corredor com os irmãos da paciente. Imediatamente, ele foi ao quarto e observou que o inchaço no rosto da advogada, havia diminuído. Disse à família e à própria Ana que isso era um ótimo sinal: a recuperação estava a caminho. O maior desafio, porém, era com a mobilidade das pernas. O Philipe dizia que a Ana iria se recuperar disso também, mas poderia durar alguns meses, resultado da cirurgia de risco na coluna e das complicações do acidente. Porém, com dedicação à fisioterapia, Ana tinha boas chances de voltar a andar mas rápido do que ele mesmo imaginava! Quanto à voz, a lesão nas cordas vocais foi consequência de uma forte pancada na cabeça durante o acidente, mas Felipe tranquilizou a todos: não demoraria muito para que ela voltasse a falar. Alguns dias depois, Carla recebe uma ligação do chefe de Ana. Guilherme se apresenta, pergunta sobre a funcionária e comenta que ela já deveria estar retornando ao trabalho. Carla então explica a gravidade do acidente e a situação delicada em que a filha se encontra. O Guilherme, ficou surpreso e sensibilizado com a situação, disse que estaria torcendo pela recuperação de Ana e encerrou a ligação meio afobado, mas querendo realmente que a sua melhor funcionária se recuperasse o mais rápido possível.
Os dias se passaram, e a Ana foi melhorando e se recuperando do acidente! Todos os dias, sem faltar um, Carla, Richard, Lucas e Marcos visitavam a Ana no hospital! Quinze dias após ter acordado do coma, algo emocionante acontece: a voz da advogada voltou a ecoar, e o quarto no hospital onde ela estava, passou a ficar cheio de alegria! A primeira palavra que ela consegue dizer é que ela amava sua família. Todos que estavam no quarto naquele dia se emocionaram com o momento tão simples, mas muito poderoso. Ana passou a entender que mesmo os pequenos gestos, junto com os breves instantes merecem ser celebrados! E, pouco antes de receber alta, a Ana recebeu a visita dos seus pais. Com a voz ainda embargada, mas que dava pra ouvir, Ana reuniu forças pra pedir perdão pros seus pais, por cada palavra dita, antes dela sair de casa! Emocionados, os pais a perdoam, e os três se abraçam, unidos pela dor, perdão e o amor que agora, todos tinham entre si! Um dia antes da alta, Ana recebeu a visita dos avós dela. Naquele dia, Ana percebeu duas coisas importantes: A primeira, que sua avó Ruth ainda estava viva e pôde abraçá-la forte, dizendo o quanto a amava ela. Ana sentiu que Deus lhe deu mais uma chance de se reconciliar com toda a sua família, incluindo os seus avós! A segunda, que a Ana percebeu foi que os seus pais haviam escondido o acidente dos avós, temendo que o inchaço em seu rosto os assustasse! Agora, com o rosto mais desinchado, Carla e Richard contaram o que havia acontecido. Naquele cenário de reencontros e recomeços, exatamente um mês após o acidente, Ana recebe alta ainda em cadeira de rodas, mas com esperança no olhar! No dia seguinte, ela começaria a fazer sua fisioterapia, determinada a vencer mais essa etapa da vida!
As mudanças de perspectiva
(A nova versão de Ana)
Apesar do susto, Ana entendeu que o acidente foi necessário pra sua mudança de vida, mesmo que ela estivesse ainda em uma cadeira de rodas! Sempre muito organizada com suas finanças, Ana não hesitou em comprar um carro novo. E então, com a ajuda de Richard, seu pai, os dois foram de carro até a capital de Nova York, em uma concessionária que Ana havia escolhido após uma longa pesquisa, pra ver alguns carros do interesse dela de perto. Antes dessa experiência, Ana não acreditava em Deus. Mas uma das maiores mudanças que trouxe pra sua vida foi o nascimento de uma fé inabalável em Deus! As primeiras transformações aconteceram ainda no hospital, quando ela aprendeu a deixar o orgulho de lado, pedir perdão e se afastar, de vez, da mágoa e da raiva! Com essa nova perspectiva, Ana tinha certeza de que logo voltaria a andar e deixaria pra trás a cadeira de rodas! Ao lado do pai, Ana decidiu que seu novo carro seria uma outra SUV, pois sempre foi o seu modelo de carro preferido. Deixou Richard fazer o test drive, e, após ele dar algumas voltas no veículo escolhido, ela confiou nas palavras do pai, quando ele disse que o carro era bom. Além disso, percebeu que o carro era confortável e adequado às suas necessidades Pro dia a dia. Ana negociou as condições do seu novo carro e saiu da concessionária com o carro comprado!
Richard, então, teve a oportunidade de conhecer o belo apartamento da filha, no Brooklyn! Nesse momento, o Richard sentiu um profundo orgulho ao ver até onde Ana havia chegado com o próprio esforço! Com um olhar cheio de admiração, elogiou a filha! Ana, ficou emocionada, agradeceu e pediu um abraço pro seu pai. Richard abraçou forte a sua filha, por longos segundos os dois ficaram abraçados. O tempo passou, e os dois pediram comida. Alguns minutos se passaram e um entregador bateu na porta do apartamento da Ana, entregou a comida e foi embora! Enquanto Ana abria a embalagem, Richard já estava comendo e aproveitou pra puxar conversa, querendo saber como era a vida da filha antes do acidente. Ana explicou tudo: Falou dos amigos interesseiros e do trabalho que parecia nunca ter fim. A conversa durou até terminarem a refeição. Depois, Richard ajudou a filha a lavar a louça. Já com tudo arrumado, os dois se prepararam pra dormir! Como o apartamento de Ana era grande e possuía três quartos com banheiro, ela foi pro seu quarto habitual, e Richard escolheu outro. Ana deu um beijo no rosto do pai, e os dois se despediram para dormir!
Na manhã seguinte, Ana precisava ir até o trabalho, pra entender como poderia exercer sua função nas condições em que se encontrava e, depois, voltar pra Albany e assim continuar sua fisioterapia! Logo cedo, Richard a Ana levou até o escritório. Na cadeira de rodas e com a expressão diferente em seu rosto, a Ana entrou no escritório empurada pelo seu pai. Assim que ela entrou, os colegas de trabalho da Ana notaram uma transformação surpreendente nela, e foi instantâneo: Pois, a Ana parecia outra pessoa! Antes, ela evitava criar laços, além disso a comunicação da Ana era rara, pois ela só falava com os colegas quando era estritamente necessário. Agora, respondia sobre o acidente quando perguntavam e, mais do que isso, interessava-se pela vida de cada um dos seus colegas de trabalho, quando eles se aproximavam dela. Além de ter apresentado o Richard aos colegas, transmitindo leveza e simpatia aos seus colegas, uma coisa incomuns na antiga Ana. Todos ficaram impressionados e encantados com essa nova versão dela!
Um dos colegas correu para chamar Guilherme, o chefe de Ana, e com entusiasmo junto com um ar de dúvidas, o Guilherme correu pra ver de perto, a mudança da sua funcionária. Ainda cético, Guilherme chamou Ana pra sua sala pros dois conversarem. Durante duas horas de reunião, a primeira coisa que ele percebeu foi que o trabalho havia deixado de ser o centro absoluto da vida dela. Pois agora, era apenas uma parte importante da vida de Ana! Outra mudança marcante foi a forma como Ana falava sobre o espírito coletivo: Ela passou a defender que o escritório precisava estar unido por um propósito maior, ajudar os clientes a resolver seus problemas! Guilherme ficou surpreso com tudo que ouviu, mas decidiu seguir o novo ritmo de Ana. Apresentou-lhe Raquel, que seria sua nova secretária. Ana, com um sorriso largo e radiante, pediu um abraço, elogiou a nova colega e disse que tinha certeza de que as duas seriam boas amigas! Ficou combinado que Ana trabalharia remotamente, cuidando da parte mais burocrática, enquanto Raquel se responsabilizaria pela organização do escritório, e repassaria todos os casos pra que Ana estudasse e preparasse as defesas.
Ana se despediu de todos no escritório e chamou o pai para irem embora! Na saída do prédio, se aproximaram de Ana, seus antigos amigos mais próximos, eram quatro homens bastantes bonitos. Quando viram a Ana na cadeira de rodas, ficaram visivelmente assustados, sem saber que sua condição era temporária. Já imaginando qual seria a reação deles, Ana parou pra conversar, quando um deles a chamou pelo seu nome. Em poucos minutos, explicaram que souberam do acidente e perguntaram como ela estava se sentindo. Ana respondeu com um tom de serenidade: disse que precisava aceitar essa nova condição dela. Eles disseram que ligariam pra saber como ela estava... mas nunca mais apareceram! A Ana sabia exatamente o que aconteceria e não se surpreendeu com o sumiço deles. O Richard ajudou a filha a entrar no carro e colocou a cadeira de rodas no porta-malas. Os dois pegaram a estrada de volta para Albany! Assim que ligou o carro, Richard, sempre comunicativo, quis saber quem eram aqueles homens. Ana, rindo, respondeu: “Tu larga de ser fofoqueiro, hein, pai? O senhor tá mais fofoqueiro que a mamãe!” Os dois caíram na gargalhada. Na estrada, pai e filha compartilharam um momento especial. Riram, conversaram, se divertiram como há muito tempo não faziam. Ana achava que nunca mais viveria algo assim, e naquele momento, junto com o seu pai, ela observou que estava extremamente feliz. Durante alguns silêncios ao longo do caminho, ela pensou em contar ao pai sua experiência mais profunda, mas sentiu no coração que ainda não era o momento, de compartilhar o que ela viveu. Era algo que poderia assustá-lo! E naquele instante... era de leveza e reconexão.
O foco que veio de forma diferente
(O recomeço, a ansiedade de mudanças e as lembranças do passado)
No dia seguinte à chegada a Albany, em uma tarde de céu azul e bastante insolarado, em uma segunda-feira, Ana fez sua primeira sessão de fisioterapia para voltar a andar! Carla estava ao lado da filha. As duas pararam para almoçar e conversar um pouco, e, mais uma vez, Ana pensou em compartilhar a experiência que viveu durante o coma, mas com a sua mãe! No entanto, Ana sentiu novamente em seu coração que ainda não era o momento certo para falar sobre esse assunto, e assim decidiu manter o silêncio! Mãe e filha voltaram para casa, e Ana retomou ao trabalho! Mesmo na casa da mãe, sua dedicação e eficiência continuavam as mesmas! De vez em quando, a Ana interrompia o seu trabalho pra dar um beijo nos pais e dizer que os amava. Uma semana depois, o carro da Ana chegou, e ela ficou bastante feliz com a aquisição. Como ainda não podia dirigir, pedia ao pai ou a um dos irmãos para levá-la onde precisasse. Com o passar dos dias, Ana deixou a cadeira de rodas pra trás e começou a usar muletas. Seu esforço e foco estavam dando resultados visíveis! O foco de Ana se estendia pro seu trabalho também, pois a cada dia, o reconhecimento do seu bom trabalho veio junto com o seu esforço, tanto pra ela quanto pra Raquel. O salário das duas também aumentou de forma significativa. Todos os dias, Ana ligava para Raquel pra saber como a amiga estava. Quando não era Ana quem ligava, era Raquel quem fazia contato! Em uma dessas conversas, Ana contou, orgulhosa, que já conseguia andar com muletas. Ana falou pra Raquel que a sua recuperação estava tão acelerada, que em breve, poderia voltar ao escritório. Por outro lado, Raquel contou que conheceu um homem muito bonito chamado Diego, que havia lhe pedido em namoro. Apesar de se mostrar resistente, Raquel estava considerando aceitar o pedido, afinal, já estava interessada nele. Depois de falar sobre os defeitos e qualidades de Diego, Ana começou a insistir para que a amiga aceitasse o pedido. Raquel então comentou que Diego tinha um amigo, também de boa aparência, e sugeriu apresentá-lo à Ana. E Ana achou a ideia ótima.
Com o tempo, Carla teve uma ideia: Reunir toda a família em um jantar pra comemorar a impressionante recuperação de Ana. Ela e Richard ligaram para os pais e filhos, organizando o encontro! Quando Ana chegou em casa, após um dia intenso de fisioterapia, ela foi surpreendida pelos seus avós, irmãos e os pais, pois todos estavam todos reunidos na casa da Carla e Richard, esperando por ela! Todos riam e conversavam animadamente ao redor da mesa, até que Ana sentiu, no fundo do coração, que finalmente tinha chegado hora de contar o que havia vivido durante o coma! No meio de um momento de quase silêncio, onde só se ouvia o som dos talheres nos pratos, Ana chamou a atenção de todos e disse: "Eu tenho uma coisa importante para contar! Enquanto eu estava em coma, vivi uma experiência única, e que provavelmente não vou viver de novo! Uma das minhas maiores características é a curiosidade, e foi ela que me guiou em uma situação, no mínimo curiosa. Durante a cirurgia, sofri uma parada cardíaca, e alguns dos meus órgãos começaram a se contorcer." Todos pararam, chocados. Como ela poderia saber disso? Nem os médicos descreveram esse momento com tanta precisão! Mas mesmo assim, Ana continuou: "Eu sei exatamente o que aconteceu porque minha alma saiu do meu corpo, e eu assisti à cirurgia por um breve instante. Logo depois, vi uma luz e ouvi uma voz me chamando! Curiosa, fui até essa luz. Ao atravessá-la, cheguei a um lugar lindo, onde não existia dor, pranto, morte ou qualquer coisa ruim. Era como se eu estivesse flutuando em paz!"
Ana contou que começou a caminhar por esse lugar, até encontrar um homem com um rosto muito bonito e radiante. Ele tinha cabelos castanhos e lisos, olhos pretos e algumas pequenas sardas ao redor dos olhos, e que era visível apenas de perto. Esse homem se apresentou como Cláudio! Nesse instante, Carla e Ruth começaram a chorar intensamente. Quando perguntadas sobre o motivo, Ruth, com a voz embargada, explicou que Cláudio era o bisavô de Ana. Um homem tão querido, cuja ausência ainda era tão sentida, que mesmo após tantos anos de falecimento ele fazia bastante falta na vida das duas. Elas reconheceram a descrição imediatamente, pois o Cláudio tinha uma aparência única e inesquecível. Depois que todos se acalmaram, Ana continuou contando como foi essa experiência e o que mais presenciou nesse outro plano! Ao final do relato, Carla se emocionou, limpou os olhos lacrimejados e disse: "Mesmo com toda a dor, você teve um privilégio raro." Ana arregalou os olhos, enquanto a Carla complementou: "Essa foi exatamente a primeira coisa que o Cláudio me disse." Esse assuntou durou a noite toda, até que, todos se despediram e foram dar um abraço em Ana. Nos dias seguintes, enquanto Ana fazia terapia ou trabalhava, a família se reunia sem ela pra discutir o que fazer sobre o que a Ana tinha dito. Inclusive, a Ana tinha revelado que a Ruth não iria viver muito tempo! Muitos se sentiam tocados, outros, confusos. No fim, chegaram a uma decisão! Todos estariam mais próximos do que nunca. Decidiram oferecer ainda mais amor um a outro, em vez de julgá ou se afastar de Ana, por achar que o relato dela demoníaco, ou algo parecido. E assim foi feito! Quando Ana voltou pra casa dos pais dela depois da terapia, ela se deparou com a familia novamente reunidos e um a um a abraçou ela com força e beijaram o seu rosto. Com tanto carinho, Ana se recuperou ainda mais rápido, até deixar as muletas e retomar plenamente sua vida de forma normal. O que Ana mais temia acabou se tornando realidade: sua família ficou assustada com tudo que ela contou! Ver sua mãe e avó chorando ao se lembrarem de Cláudio a deixou angustiada também. Ana jamais conheceu o bisavô, mas passou a entender sua importância, quando ela citou o Cláudio. A Ana viu, ali, o que significava de verdade o que era deixar legado! Mesmo após décadas de sua morte, Cláudio ainda era lembrado com ternura. Após o jantar e com a louça lavada, todos se recolheram. Só Ana permaneceu acordada, sentada na varanda, tentando absorver tudo o que acabara de acontecer, no dia daquele jantar. Os dias passaram, e a família não esqueceu do que a Ana havia dito. Com o tempo parte da família de Ana, ficaram magoados, por ela ter demorado tanto pra falar sobre esse acontecimento. A outra parte compreendeu que Ana precisou esperar até se sentir pronta pra esse momento. Mas no fim das contas, depois de muita conversa e debate, todos concordaram em um ponto: Ninguém mais guardaria mágoa de ninguém naquela família! Pelo contrário, todos estariam unidos pra apoiar a nova fase da vida de Ana. Porque, no fim das contas, sua transformação era o que mais importava.
A recompensa das mudanças
(Um novo caminho, que começoua ser traçado)
Depois de mais de seis meses se recuperando do acidente, a Ana voltou a morar em seu apartamento no Brooklyn, mas voltou completamente diferente da mulher que saiu de lá para visitar os pais! Seus colegas de escritório a aguardavam com certa ansiedade, prontos pra comemorar sua volta ao trabalho algo que a Ana jamais tinha vivenciado. Na última vez em que esteve no escritório, Ana pouco se importava com os outros. Mas, dessa vez, ao se deparar com a recepção calorosa e a festa preparada por seus colegas, ela se emocionou, agradeceu e passou a comemorar com todos que estavam ali. Raquel, sua amiga, entregou-lhe um presente de boas-vindas e disse: “Amiga, eu estava passando na rua, vi isso e comprei pra você!” O presente passou a ter um simbolismo enorme pra Ana, assim que ela abriu a caixinha de presente! Pouco antes de voltar ao escritório, a Ana havia se candidatado ao cargo de juíza criminal no condado de Nova York. Sem saber o que estava na caixinha que a Raquel embrulhado,a Ana tirou o embrulho e abriu a caixinha! Quando a Ana se deparou, ela viu uma caneta exclusiva e bastante cara. Raquel tinha certeza de que a amiga conseguiria o cargo de juiza, pelos feitos que já tinha acumulado anteriormente. E a Ana, no fundo, também acreditava nisso! O dia mais importante da vida de Ana finalmente chegou. Ela havia se preparado a vida inteira para se tornar juíza. E então em um domingo. A Família e novos amigos estavam reunidos no apartamento da Ana, pra acompanhar a apuração! As horas passaram e em clima de ansiedade, até que, no início da noite, chegou a notícia: A Ana Cláudia era a nova juíza do distrito de Nova York! A comemoração tomou conta da noite. No meio da festa, Raquel apresentou seu novo namorado e também o amigo dele: “Olha, Ana, esse é o Saulo, amigo do Diego. Tenho certeza de que vocês vão se dar bem!” E deu certo. Ana passou horas conversando e conhecendo Saulo! Ana gostou do jeito leve e bem-humorado do Saulo. A conexão foi natural e os dois marcaram de sair juntos! A festa acabou e na segunda-feira, Ana tomou posse como juíza e começou a trabalhar no mesmo dia!
Os meses passaram. E a cena que Cláudio havia mostrado a Ana, que foi aquela em que Raquel cometia um erro grave, enquanto falava coisa errada com a mídia, se concretizou. Já ciente das consequências de qualquer deslize, Ana agiu com firmeza. Mesmo tendo uma discussão intensa com Raquel, o perdão veio logo em seguida, e as duas amigas acabaram se entendendo. Ana foi designada para julgar um caso de grande repercussão: um senador corrupto, estava acusado de desviar milhões de dólares da educação pública, pra várias contas de laranjas, e assim poder lavar esse dinheiro desviado! Tinha muitas provas contra esse senador, o que comprovava de fato o desvio de dinheiro, inclusive, a própria Ana tinha expedido o documeto de prisão desse senador, até o julgamento! Com toda a mídia acompanhando o julgamento, um dos maiores jornais de Nova York decidiu falar com a Raquel, a melhor amiga da Ana. Durante a entrevista, a Raquel falou, sem intenção, que Ana tinha uma ligação com o senador ainda que fosse mínima, em sua infância. A repercussão foi imediata! A opinião pública passou a exigir que a Ana fosse retirada do caso imediatamente, por motivos óbvios. A primeira atitude de Ana foi esclarecer a proximidade que ela teve com esse senador: Ela explicou que, quando criança, o senador, que na época era prefeito e médico de Albany, atendeu ela no hospital onde ela morava por duas vezes, acompanhada de sua mãe, e só. Ana apresentou provas consistentes disso, e a verdade logo começou a circular. A percepção pública mudou rapidamente. Se antes Raquel quase havia perdido o emprego por conta de um erro, agora enfrentava a fúria da amiga. Ana brigou feio com ela, cobrando mais responsabilidade. A Raquel resistiu a princípio, mas depois reconheceu o erro e pediu desculpas. Mais uma vez, as duas se entenderam! A resolução do conflito, no entanto, não saiu daquela conversa, mesmo que a Ana ficasse com raiva, com o deslize da amiga!
Algum tempo depois, Ana e Saulo sairam por algumas vezes e logo depois, começaram a namorar. Com o tempo, os defeitos e qualidades de ambos foram se tornando mais nítidos! As semanas e meses passaram, e os dois passaram a morar juntos, dividindo tudo. Um certo dia, Saulo recebeu uma promoção no trabalho. Passou a ganhar o dobro do salário anterior, e começou a cogitar um pedido de casamento. Ana, por sua vez, nunca havia se imaginado formando uma família isso simplesmente não fazia parte de seus planos, até conhecer Saulo. Ele havia mexido com seus sentimentos de uma forma única, e agora, ela também pensava a cogitar a fazer o pedido de casamento. Em um jantar, em um restaurante em Nova York, numa noite fria, acabou acontecendo algo inusitada: em determinado momento, os dois se pediram em casamento ao mesmo tempo, e ambos aceitaram se casar um com o outro, rindo da coincidência! Alguns meses depois, Ana e Saulo se casaram oficialmente e se mudaram para um apartamento maior no Brooklyn, mais próximo do trabalho de ambos. Ana vivia o melhor momento da sua vida. E, sinceramente, em outros tempos a Ana não imaginava que ela poderia ser tão feliz!
Os meios que justificam o fim
(Um novo propósito de vida)
Depois de conseguir reunir toda a sua família e amigos pro seu casamento, Ana voltaria a juntar todos ainda mais uma vez de tantas. Mas agora, era pra dar uma nova e maravilhosa notícia: Ana estava grávida de gêmeos! E, claro, queria dividir essa alegria com as pessoas que mais amava, que eram a sua família e seus amigos. Raquel, sua grande amiga, já suspeitava da gravidez, alguns dias antes. As duas haviam se casado no mesmo dia, e, por coincidência, Raquel também estava grávida do Diego! Durante um almoço em família, com a presença de Raquel, Diego, Saulo e alguns casais de amigos, Ana tomou a palavra: "Eu tenho uma notícia muito importante e boa para dar. Desde o meu acidente, Deus tem sido maravilhoso comigo. Fiz grandes amizades e tenho comigo uma amiga incrível, né, Raquel?" A Ana disse, entre risos das duas. A Ana continuou dizendo: "Virei juíza, e dizem que sou a juíza mais importante dos Estados Unidos. Aliás, estão até cogitando meu nome para Ministra da Justiça do meu país! Grandes pessoas passaram pela minha vida e permaneceram, como o Saulo, que virou meu marido, e o Guilherme, meu chefe e amigo... Apesar de ter errado muito num passado nem tão distante, Deus me trouxe de volta à minha família e colocou pessoas incríveis no meu caminho. E, como se não bastasse, Deus me deu mais um motivo de alegria: Comecei a me sentir enjoada, fui ao médico e, depois de alguns exames, descobri... que estou grávida!" Nesse instante, todos se levantaram para abraçar Ana! Todos, menos a Raquel, que hesitou por um segundo, apenas pra logo em seguida anunciar que ela também estava grávida, junto com sua melhor amiga! As duas se abraçaram, riram, brincaram e passaram aquele dia com uma felicidade contagiante, cercadas por alegria extrema e celebração.
Os meses passaram, e Ana e Raquel deram à luz seus filhos. Assim que Ana se recuperou do resguardo, viajou para Albany pra poder rever a família e apresentar os bebês. Lá, ela trouxe alegria a todos. No entanto, pouco tempo depois, Ana enfrentaria um baque: Um mês após o nascimento dos gêmeos, a avó Ruth faleceu. A era Ruth uma mulher forte, além de ter sido uma referência pra Ana desde a infância, durante a adolescência e até após o acidente. Diferente do que Ana havia visto em sua experiência de quase morte, toda a família sentia tristeza, mas também paz. Ruth partiu feliz, após ver os bisnetos nascerem, a neta reconciliada com os pais e irmãos, e a alegria de Ana compartilhada com todos ao seu redor. No velório, ninguém perguntou como Ana estava, em vez disso, todos relembraram os momentos engraçados e marcantes ao lado de Ruth. Recordaram também uma passagem bíblica que diz: "Em tudo, dai graças", entendendo que a vida é um ciclo e que o fim e a despedida, embora doloroso, é inevitável.
Antes de se casar, Ana havia contado pro Saulo, todos os detalhes de sua experiência de quase morte. Isso, enquanto voltavam pro Brooklyn de carro, Saulo, ainda tocado pelo velório, disse: "No funeral, me arrepiei ao lembrar do que você me contou. Como você conseguiu descrever tudo aquilo com tantos detalhes, muito antes de acontecer?" Ana respondeu: "Se não tivesse sido daquele jeito... se eu não tivesse sofrido o acidente, talvez minha vida não teria tomado esse rumo. Talvez eu nunca teria te conhecido e nem formado uma família. Saber, como as coisas iriam acontecer, foi apenas uma consequência da minha correção da minha vida anterior! Se esqueceu, em tudo se dá graças!" Essas palavras bateram fundo em Saulo. Em algum momento, ele já havia sentido medo daquela história toda. Mas Ana sabia que precisava dizê-las. Durante aquela viagem, ela comentou sobre uma ideia: "Estou pensando em escrever um livro sobre tudo o que aconteceu comigo. Quero mostrar pras pessoas que é possível mudar de vida sem precisar passar pelo que eu passei. A mensagem principal é simples, mas poderosa: a vida passa rápido, além de ser curta demais. Deixar de lado quem a gente ama, desprezar o amor de alguém que nos ama, como eu fiz por tanto tempo, é o maior erro que alguém pode cometer." Com o apoio total de Saulo, Ana passou a por essa ideia em prática. Nos anos que se seguiram, ela buscou em oração um direcionamento, além de ter vindo uma pergunta em sua mente: Como contar essa história, de forma persuasiva? Ela nunca havia escrito nada antes nesse sentido. A dúvida persistia, até que, num sábado de céu claro e sem nuvens, Raquel apareceu com os filhos para brincarem com os gêmeos de Ana. Foi nesse dia que Deus tocou o coração de Ana. Ela entendeu que precisava contar tudo de forma literal, sem floreios, do jeito que foi. As pessoas iriam se identificar. Ela sentiu que deveria compartilhar os ensinamentos que havia aprendido em sua jornada. Contou a ideia pra Raquel, que ficou empolgada. Sabia que a história da amiga tinha o poder de transformar vidas. Ana começou a escrever sua história todos os dias. Ao longo do relato, a Ana deixava claro, logo na primeira frase escrita: Ela era um milagre nas mãos de Deus! Incluiu a foto do carro destruído no acidente e contou o que sentiu ao ver aquilo. Foi ali que Ana se convenceu que precisava mudar. Revelou que, antes do acidente, desprezava o carinho dos outros, até mesmo da própria família, que sempre a amou. Ana mostrou que, às vezes, é preciso encarar a morte pra entender o valor do amor, da empatia, da vida em si. Em menos de três meses, a Ana tinha terminado o manuscrito. Com Saulo, encontrou uma editora, fecharam contrato e publicaram o livro.
A história de Ana se tornou o livro mais vendido do mundo! Se antes ela já era reconhecida por seu trabalho como advogada e juíza, agora era admirada também por sua história de vida. O livro virou filme, e Ana passou a ganhar prêmios e reconhecimento internacional. Em suas palestras, a Ana visitava lugares marcados por mágoas profundas. Suas palavras, antes impensáveis, agora curavam recentimentos. Em um programa de entrevistas, perguntaram como ela se sentia fazendo a diferença. " Muitas vezes, nem me lembro do que digo nas palestras. Só sei que sou um instrumento nas mãos de Deus. E isso basta pra transformar vidas. "Os próximos anos de Ana seriam marcados por amor, superação e fé. Vitoriosa, ela não deixou sua tragédia passar em branco. Transformou dor em propósito. E fez, enfim, as mudanças necessárias para ser, de verdade, uma pessoa feliz..
Atenção
Antes da gente chegar até a conclusão dessa história, eu tenho que te contar uma coisa: ainda iremos trazer muitas outras histórias aqui pra você. Porém, o custo pra que a gente traga mais histórias e com o maior impacto pra você, com mais agilidade e rapidez, infelizmente tem custos operacionais bastante caros e que de fato, vem interferindo no nosso trabalho. E vamos ser sinceros, você merece sempre o melhor!
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A conclusão
Antes de qualquer coisa uma coisa tem que ser dita: Essa história não é real! Ana Cláudia é uma personagem criada pra demonstrar como uma pessoa que menospreza as outras seja por sua fé, crença, aparência, ou qualquer outro motivo não chega a lugar nenhum. Desde que o mundo é mundo, sempre precisamos da ajuda de outras pessoas, mesmo que de forma indireta, para conseguirmos vencer as batalhas diárias que a vida nos impõe! Muitas pessoas conseguem se corrigir de erros graves sem precisar passar pela mesma experiência que Ana que precisou sentir a dor pra despertar. Mas outras pessoas, infelizmente, só aprendem com a dor. E tudo bem... desde que aprendam!
A arrogância, a mágoa, o ódio, o rancor, etc... precisam ser falados, comentados, expostos principalmente em conversas sinceras entre pessoas que se gostam. Até porque, no fim das contas, esses sentimentos não podem jamais se perpetuar no coração de ninguém. Pra vencer e conquistar os sonhos, sendo absurdamente abundante em todas as áreas da vida, é essencial se libertar desses sentimentos ruins! Entender que todas as pessoas são falhas, mas que ainda assim precisamos umas das outras, é um ensinamento claro e poderoso de crescimento na vida! Mesmo sendo fictícia, quantas histórias como essa você já ouviu, viu ou até mesmo viveu, que são parecidos com essa história que foi contada? Independente da sua fé ou descrença, entenda: Sua vida está diretamente ligada às suas escolhas! Qual caminho você vai seguir, a partir da perspectiva dessa história? Vai escolher mudar por amor, ou só depois da dor?
A trajetória da sua vida está nas suas mãos. Espero que essa história seja um alerta, pra que sua jornada seja bem diferente da que foi contada aqui. A vida é um vulto, passa rápido demais. Seja a diferença na vida das outras pessoas através das suas atitudes, pois todos nós já somos vencedores antes mesmo de chegar ao mundo!
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